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Ministro da Educação diz que contingenciamento não é culpa de governo atual, e explica corte a Parlamentares


Por Ester Marini
Redação Royal Express
Brasília - 16/05/2019 6h55

O Ministro da Educação do Presidente Jair Bolsonaro, Abraham Weintraub, esteve na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira, 15 de maio.
A sua ida, convocada por uma comissão geral de todos os Parlamentares juntos, teve por objetivo explicar os cortes na Pasta, na casa de 30%, e que atingirão Institutos Federais e Universidades.
Weintraub disse no começo de sua fala, que agradecia a oportunidade para que pudesse esclarecer pontos que julgava ser importantes, em relação aos cortes.
O Ministro falou, que os bloqueios que estão acontecendo agora, ocorrem porque o governo deixou de investir antes e nesse momento não há como fazer novos investimentos.
Sem desmerecer o ensino superior, nas suas palavras este ensino está bem assistido, enquanto as pesquisas que podem ser afetada com os cortes, podem ser analisadas caso a caso.
Weintraub garantiu que a prioridade do governo é o ensino básico, o ensino fundamental e o técnico.
Por isso, todos os esforços da Pasta estão em garantir funcionalidade dessas áreas nesse momento.
O Ministro disse que a Educação passa por um sucateamento no Brasil, resultado de falta de investimentos de governos anteriores, de Dilma Rousseff, e que teve como Vice Michel Temer.
E que hoje uma nova esperança se forma no país na tentativa de recuperar o que se perdeu.

Houve tumulto na sessão, com deputados da oposição vaiando e gritando palavras contra o Ministro.
Alguns parlamentares chegaram a dizer, que ele havia ameaçado pessoas e dito que daria um tiro na cabeça de alguém.
Nesse momento, Weintraub pediu licença para fugir do tema, mas ressaltou que procuraram seu passado e não encontraram nada que o desabonasse, porque tem a ficha limpíssima.
Disse que quem faz ameaças de atirar na cabeça das pessoas não é ele.
E disse mais, falando sobre atitudes do PT.
"Quem ligou para o Santander da Espanha, pedindo a cabeça de uma colega minha porque ela escreveu uma recomendação de não eleição a Dilma Rousseff, foi o Sr. Lula, hoje na cadeia."
Nesse instante, o então Presidente da Câmara pediu que deputados e o Ministro voltassem ao tema da comissão.

O episódio que Weintraub citou ocorreu em 2014.
Quando o Santander demitiu uma analista após ela disparar um memorando a clientes de alto nível do banco, alertando que a reeleição de Dilma Rousseff poderia jogar o Brasil em recessão.
Na verdade ela não estava errada, Dilma foi reeleita e o país mergulhou na pior crise vivenciada até aqui.
A economia quebrou e custa se recuperar agora pelos erros cometidos pela ex-presidente, que não chegou ao final do mandato, cassada por Impeachment.
Mas a analista foi demitida, após manobras de Lula e do PT, contra o memorando publicado.
A historia foi citada por Weintraub, porque entre as criticas que ele recebeu, também houve a que era amigo de banqueiros e defendia seus interesses.
Respondendo com essa resposta e remontando a este caso, completou "Quem era amigo de banqueiros, foi Lula".

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