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Ataques a Guilherme Kalel - Justiça condena mais 12 e pede devolução de valores roubados para compra de Sorilis


Recursos que seriam usados para compra de injeções de Jornalista, foram desviados por ataques de Hackers em julho e novembro do ano passado
Por Giovanna Decker
Redação Royal Express
16/05/2019 7h05

A Justiça de São Paulo condenou mais 12 pessoas acusadas de integrar a organização criminosa, que ao longo dos últimos anos realizou uma série de ataques contra o Jornalista Guilherme Kalel, Presidente do Portal Royal Express.
Agora com essas novas condenações, subiu para 72 o total de criminosos condenados.
As novas penas por 6 diferentes crimes, são de 15 anos para cada acusado, em regime inicialmente fechado.
Os condenados atuavam como Hackers e como observadores, para monitorar a vida de Guilherme Kalel.

Além das novas condenações, proferidas em sentença de 14 de maio, a Juíza responsável pelo caso pediu pela primeira vez, a devolução de valores desviados pelos Hackers.
De acordo com informações da polícia, conseguiu-se localizar parte dos recursos que foram desviados fora do país.
Os valores foram roubados de contas bancárias de Guilherme Kalel, e seriam usados para compra do medicamento Sorilis para o Jornalista.
O dinheiro foi conseguido através de ações de campanha e trabalho, ao longo de 2018.
Em duas oportunidades, julho e novembro daquele ano, os Hackers desviaram todos os recursos disponíveis nas contas de Kalel, o que quase o deixou sem medicamentos.

A Sorilis é uma droga importada, que hoje custa R$ 12,7 Mil cada dose.
Kalel precisa tomar 6 por mês, para tratar a HPN, uma condição de saúde que tem e que destrói as células de glóbulos vermelhos do organismo.
A doença provoca uma série de anemias e infecções bacterianas pelo corpo, além de impedir o correto processamento de alimentos e seus nutrientes.
Guilherme Kalel faz o uso da Sorilis, que é a única medicação para o problema e que é importada da Europa, desde setembro de 2017.
Para conseguir acesso a medicação, o Jornalista recorreu a campanhas que conseguiram arrecadar os valores.

A Juiza Maria do Prado, decretou que os valores que estão em contas bancárias em nome de terceiros fora do país, e identificadas pela Polícia, fossem devolvidos ao Brasil.
Depois de ficarem em poder da Justiça, a expectativa é que os recursos sejam devolvidos ao dono original, Guilherme Kalel.

A polícia informou que a maior parte dos recursos haviam sido gastas para financiar os últimos ataques contra o Jornalista e as empresas Kester 10 G e Royal Express, onde
ele atuou ou atua.
E cerca de 5% do montante desviado no ano passado foi localizado em duas contas.
A polícia teve acesso a informação, com a colaboração de uma das pessoas presas, Helena Bitencourt, que entregou o esquema e os líderes da organização ao ser presa em abril.
Ela contou em detalhes como foi contratada em 2014, e como recrutou cada um dos 95 membros da organização criminosa, que espalhados pelo país, tinham diferentes funções.

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